Localizado no coração do Acre, integramos educação, espiritualidade e regeneração ecológica para criar um futuro sustentável e harmonioso com a floresta amazônica.
Um centro de formação e regeneração que integra saberes ancestrais e práticas contemporâneas
O Centro de Formação, Acolhimento e Regeneração Amazônica nasce do sonho de criar um espaço dedicado à preservação, ao aprendizado e à reconexão com a natureza e o sagrado. Situado em uma reserva particular de 283 hectares no Acre, o projeto integra múltiplas dimensões do desenvolvimento humano e territorial.
Promovemos a harmonia entre diferentes formas de conhecimento e práticas de vida:
Nossa abordagem reconhece a interdependência entre saúde humana, equilíbrio ecológico e bem-estar espiritual. Através da formação de pessoas, desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e fortalecimento de redes colaborativas, buscamos construir modelos de vida resilientes, de baixo impacto e profundamente conectados com a Amazônia.
O Centro serve como espaço de acolhimento para estagiários, pesquisadores e facilitadores, promovendo a transmissão de saberes, a pesquisa aplicada e a vivência prática de alternativas sustentáveis. É um território de experimentação, aprendizado e celebração da vida em suas múltiplas formas.
Cinco pilares integrados que estruturam nossa visão de regeneração territorial
Criar sistemas de vida resilientes, de baixo impacto e adaptados à Amazônia
Formar pessoas, receber pesquisadores e produzir conhecimento prático
Promover o bem viver integrando corpo, mente, natureza e espiritualidade
Fortalecer vínculos, cultura alimentar local e práticas coletivas
Gerar sustentabilidade econômica com trocas justas e valorização do território
A trajetória de preservação da Rainha Beija-Flor
A Reserva Rainha Beija-Flor (Queen of the Hummingbirds / Reine Beija-Flor) é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) localizada na região de Sena Madureira, no Acre. O nome é uma homenagem à delicadeza, força e beleza dos beija-flores que habitam a floresta amazônica, simbolizando a polinização de ideias, a conexão entre mundos e a missão de preservar a vida em sua forma mais pura.
As áreas foram adquiridas ao longo de diferentes momentos, totalizando 283 hectares de floresta amazônica preservada. A primeira área, de 83 hectares, foi seguida pela aquisição de uma segunda área de 193 hectares, consolidando um território contínuo dedicado à conservação, pesquisa e educação.
O Acre tem uma história profundamente ligada à luta pela terra, aos seringueiros e aos povos da floresta. Nossa reserva se insere nesse contexto histórico com o compromisso de preservar a floresta em pé, valorizar os saberes tradicionais e criar um modelo de ocupação territorial baseado em regeneração, educação e respeito aos ciclos naturais.
A criação da RPPN Rainha Beija-Flor representa um compromisso de longo prazo com a preservação da biodiversidade amazônica, a proteção de nascentes e igarapés, e a manutenção de corredores ecológicos essenciais para a fauna e flora locais.
As pessoas que idealizaram e dedicam suas vidas a este projeto
Nome ancestral: Arroxím
Origem Huni Kuin
Nascido no povo Huni Kuin, Charles — Arroxím, como é chamado no nome ancestral — cresceu ouvindo os cantos da floresta e os ensinamentos dos mais velhos. Pajé e botânico, tornou-se mensageiro da biodiversidade amazônica: dedica a vida a cuidar das plantas, a educar e a transmitir os saberes tradicionais. Para ele, defender a floresta e os povos originários é o mesmo gesto — um compromisso de quem escolheu ser ponte entre mundos.
Psicóloga Clínica
Experiência Internacional
Psicóloga de formação, Anne-Laure encontrou na Amazônia um lugar de cura e de encontro. Entre 2018 e 2021 viveu na região, aprofundando sua experiência em saúde mental e proteção à infância. Hoje dedica-se a facilitar processos de bem-estar que integram corpo, mente e espiritualidade, e a organizar a transmissão de saberes — unindo o cuidado das pessoas ao cuidado do território.
Sua doação fortalece a regeneração da floresta, a formação de pessoas e o cuidado com o território.
O Sítio Rainha Beija-Flor é mantido por pessoas que acreditam em um futuro mais sustentável. Cada contribuição ajuda a preservar a reserva, acolher pesquisadores e promover educação e práticas de regeneração na Amazônia.
Escolha a moeda da sua doação:
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